A primeira vista, a produtora não tem do que reclamar da obra na qual está tomando como base. O longa-metragem "X-Men Origins: Wolverine" descende de uma franquia de sucesso: o primeiro filme dos "X-Men", lançado no ano 2000, se tornou um exemplo a ser seguido, e o resultado foram as inúmeras superproduções trazendo super-heróis, casos de "Homem-Aranha" e particularmente do mais recente "Batman", um monstro de bilheteria.
Trata-se de uma fórmula que faz lembrar "God of War", grande sucesso da Sony, mas a Raven Software aponta outras influências: uma inusitada mistura entre "Devil May Cry", jogo de ação de combate "hardcore" da Capcom e "Super Smash Bros", tÃtulo da Nintendo que abriga tanto jogadores casuais como entusiastas. Do primeiro parece vir a coreografia de luta fluida, rápida e cheia de estilo, mas a elegância de Dante dá lugar aos movimentos selvagens e mortais de Wolverine. De "Smash Bros." a produtora buscou a simplicidade, pois pretende que "X-Men Origins" possa ser jogado por pessoas que não tenham tanta experiência com games.
Não que os ases do joystick foram esquecidos. Esses são recompensados com movimentos mais elaborados, mais difÃceis de realizar, que permitem lutar com mais eficiência. Fazer esses "combos" mais complexos e longos dá direito a mais experiência e pontos de habilidade, que permite melhorar as qualidades do personagem, como ter mais poder de ataque ou "comprar" novos movimentos especiais.
Em determinados momentos, acontecem cenas de cinema interativas, como as de "God of War", em que o jogador precisa fazer uma determinada sequência de botões para que a ação - mostrada de forma cinematográfica - prossiga. Aliás, "X-Men Origins" aproxima as cenas de jogo com as não-interativas, fazendo com que a transição seja sem cortes, ao contrário do que acontece na maioria dos jogos
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